staphylococcus aureus sensible a meticilina

Comparisons of community-associated methicillin resistant Staphylococcus aureus (MRSA) and hospital-associated MRSA infections in Sacramento, California. J Clin Microbiol. 2000;38:3926-31. 1997;10:781-91         [ Links ], 6. J Clin Microbiol.2006;44:2423-27. Staphylococcus, Micrococcus, and similar organisms. Sugere-se que, em pacientes ambulatoriais nos quais seja isolado MRSA apresentando susceptibilidade a vários antimicrobianos, deva ser considerada para o diagnóstico uma possível infecção por CAMRSA. Nimmo GR, Schooneveldt J, O’Kane G, McCall B, Vickery A. Staphylococcus aureus infections. Rev Biomed. A population-based study examining the emergente of community-associated methicillin-resistant Staphylococcus aureus USA300 in New York City. Emerg Infect Dis. Como citar este artigo: Gelatti LC, Bonamigo RR, Becker AP, d’Azevedo PA. Staphylococcus aureus resistentes à meticilina: disseminação emergente na comunidade. Obtén más información sobre los síntomas y el tratamiento de esta infección por estafilococo virulenta. Prevalence of inducible clindamycin resistance among community and hospital-associated Staphylococcus aureus isolates. [4], Grünther Ralf-Achim: MRSA - multiresistenter Staphylococcus aureus. 2003;7:259-67. Detection and characterization of international community-acquired infections by methicillin-resistant Staphylococcus aureus clones in Rio de Janeiro and Porto Alegre cities causing both community-and hospital-associated diseases. Lancet. JAMA. O Staphylococcus aureus resistente à meticilina foi descoberto em 1961 na Inglaterra e actualmente está muito comum, particularmente nas infecções hospitalares, onde, por causa da resistência, está crescente. Entretanto, num estudo em que se compararam cepas hospitalares com cepas da comunidade, não se encontrou uma relação entre as cepas HA-MRSA e CA-MRSA. Chambers HF. A grande preocupação está relacionada, principalmente, com os isolados resistentes à meticilina (MRSA), que, tradicionalmente, estavam limitados aos hospitais. Staphylococcus aureus é uma bactéria responsável por uma ampla variedade de enfermidades infecciosas. Int Infect Dis. 2003; 290: 2976-84         [ Links ], 10. A grande maioria dos relatos na literatura relaciona atletas de esportes coletivos, indivíduos do serviço militar, encarcerados, usuários de drogas endovenosas, desabrigados e crianças de creches, sendo esses os indivíduos com risco aumentado de desenvolver infecções por CAMRSA. Em 1944, foi descoberta a primeria resistência do Staphyloccocus aureus contra a penicilina, por Sir Alexander Fleming; em 1951, a resistência contra a estreptomicina; em 1952, contra a tetraciclina; em 1954, contra macrolídeos; em 1956, contra o cloranfenicol; e em 1958, contra a novobiocina. Um aspecto importante que pode facilitar o conhecimento da existência dessas cepas circulantes é o cultivo laboratorial de infecções de pele e tecidos moles em locais de atendimento primário, como as unidades de emergência dos hospitais, ou em centros de assistência dermatológica. 1998;339:520-32         [ Links ], 5. Randomized, double-blind, placebo-controlled trial of Cephalexin for treatment of uncomplicated skin abscesses in a population at risk for community-acquired methicillinresistant Staphylococcus aureus infection. O Staphylococcus aureus resistente à meticilina, também conhecido por MRSA, é muito comum principalmente em hospitais, tornando essa bactéria uma das principais responsáveis pelas infecções hospitalares. Atualmente, verifica-se um perfil de sensibilidade reduzido para diferentes antimicrobianos; sendo assim faz-se necessário um alerta aos profissionais da saúde, particularmente aos dermatologistas, para a importância da distinção entre as formas de infecções, evitando uma terapia empírica incorreta e sem sucesso. N Engl J Med. 2007;51:4044-48. [ Links ], 24. 2007;13:236-42. Estudio prospectivo 2000-2003 J. Gómez a , E. García-Vázquez a , R. Baños a , M. Canteras b , J. Ruiz c , J. Até o momento, os fatores de risco associados às infecções por MRSA comunitário não estão completamente estabelecidos e o influxo de pacientes ambulatoriais nas unidades de saúde pode ter impacto na epidemiologia intra-hospitalar desse patógeno. As estirpes de S. aureus não resistentes à meticilina são alguma vezes chamadas methicillin-susceptible Staphylococcus aureus (MSSA), quando é necessário distingui-las. Staphylococcus aureus é encontrado colonizando a flora natural, principalmente da pele, podendo tornar-se patogênico em condições como a quebra da barreira cutânea ou diminuição da imunidade. Fatores de risco, como hospitalização recente, procedimentos cirúrgicos, uso de cateter venoso ou dispositivos intravasculares e cutâneos de longa permanência e internação em casa de repouso, devem ser excluídos. 7, S. AUREUS RESISTENTES À METICILINA ADQUIRIDOS NA COMUNIDADE. Antimicrob Agents Chemother. N Engl J Med. [ Links ], 28. Chambers HF. [ Links ], 29. J Clin Microbiol. SARM não é encontrada no ambiente natural (solo ou água). Introducción. Assim, com a identificação do microrganismo e a realização do teste de susceptibilidade, poderá ser instituído um tratamento apropriado e direcionadas as medidas de controle para esse patógeno. N Engl J Med. 2005;11:973-976         [ Links ], 23. [ Links ], 20. Os antimicrobianos orais que são geralmente ativos para as infecções estafilocócicas por CA-MRSA incluem tetraciclinas, rimetropim/sulfametoxazol, fluorquinolonas e clindamicina. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2003;52:88         [ Links ], 21. Bacteriemias por Staphylococcus aureus sensible a meticilina: epidemiología y factores pronósticos. Patel M, Waites KB, Moser SA, Cloud GA, Hoesley CJ. [2][3], Estudos mais recentes sugerem que um tratamento mais eficaz do que os antibióticos glicopéptidicos pode ser obtido através da planta da maconha. 2005;43:1985-88         [ Links ], 18. Barraviera B. Estudo clínico das estafilococcias. Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM) é um tipo de bactéria Staphylococcus aureus (estafilococos) que é resistente a antibióticos beta-lactâmicos. 2003;36:131-9         [ Links ], 8. Association between Staphylococcus aureus strains carrying gene for Panton-Valentine leukocidin and highly lethal necrotizing pneumonia in young immunocompetent patients. Ma XX, Galiana A, Pedreira W, Mowszowicz M, Chrisphersen I, Machiavello S, et al.Communityacquired methicillin-resistant Staphylococcus aureus, Uruguay. Bratu S, Landmand D, Gupta J, Irehan M, Panwar M, Quale J. Maree CL, Daum RS, Boyle-Vavra S, Matayoshi K, Miller LG. La Meticilina (), es un antibiótico betalactámico de espectro reducido del grupo de las penicilinas.Fue desarrollado por la compañía Beecham en 1959. A grande preocupação está relacionada, principalmente, com os isolados resistentes à meticilina (MRSA), que, tradicionalmente, estavam limitados aos hospitais. Ela é contagiosa e pode causar infecção com risco de vida. All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License, https://doi.org/10.1590/S0365-05962009000500009. O Staphylococcus aureus resistente à meticilina, geralmente referido pelas siglas SARM ou MRSA (do inglês Methicillin-resistant Staphylococcus aureus) ou ORSA (do inglês Oxacillin-resistant Staphylococcus aureus), e também denominado, em inglês, Multiple-resistant Staphylococcus aureus, é uma bactéria que se tornou resistente a vários antibióticos - primeiramente à penicilina, em 1947, e, logo depois, à meticilina. La emergencia de cepas resistentes a meticilina y otros agentes antibacteriales ha llegado a Por outro lado, pacientes colonizados por MRSA SCCmec IV podem ser submetidos a cirurgias ou procedimentos em que a profilaxia para MRSA deve ser considerada, aumentando o risco de infecção nesses pacientes. … Uma das possibilidades é a descendência silvestre de cepas hospitalares, ocorrida por meio de uma transformação vertical. Las bacteriemias por Staphylococcus aureus constituyen un problema significativo en los hospitales por su frecuencia, gravedad y dificultades en el tratamiento; nuestro objetivo es describir los patrones clínico-epidemiológicos, factores pronósticos e influencia del tratamiento antibiótico en la evolución de los pacientes con bacteriemia por Staphylococcus aureus sensible a meticilina (BSASM). Ann Clin Microbiol Antimicrob. Emergence of community-acquired methicillin-resistant Staphylococcus aureus (MRSA) infection in Queensland, Australia. Essas cepas foram denominadas de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) e são resistentes a todos os antimicrobianos beta-lactâmicos.4, Os antimicrobianos beta-lactâmicos se ligam a proteínas que participam da síntese da parede celular, chamadas PBPs (proteínas ligadoras de penicilina), impedindo a formação da parede celular e resultando em lise bacteriana. Dufour P, Gillet Y, Bes M, Lina G, Vandenesch F, Floret D, et al. [ Links ], 25. Um estudo conduzido em 11 centros de emergência de diferentes cidades dos EUA, durante agosto de 2004, obteve uma taxa de prevalência global de 59%, com variação entre 15 e 74%.11, Na atualidade, a tipagem molecular tem possibilitado obter novos dados, que dão origem à epidemiologia molecular. 1993; 25:97-108. As infecções menos graves podem ser tratadas por agentes orais (administrados oralmente), incluindo: linezolida, rifampicina+ácido fusídico, pristinamicina, cotrimoxazol (trimetoprima+sulfametoxazol), doxiciclina, e clindamicina. Munckhof WJ, Schooneveldt J, Coombs GW, Hoare J, Nimmo GR . A escassez de estudos de prevalência é um fator limitante do conhecimento da epidemiologia local relacionada ao CA-MRSA. O Staphylococcus aureus foi descoberto originalmente em 1878 por Robert Koch, em Berlim. Community-associated methicillin-resistant Staphylococcus aureus isolates causing healthcareassociated infections. Community acquisition of gentamicin-sensitive methicillin-resistant Staphylococcus aureus in Southeast Queensland, Australia. Genetic analysis of community isolates of methicillin-resistant Staphylococcus aureus in Western Australia. O principal fator de risco associado a esses casos foi o uso de drogas injetáveis, e todos os isolados de S. aureus mostraram genótipo similar e a presença de genes codificadores da toxina PVL.13 Ainda não existem estudos de prevalência no Brasil, mas dados de outros países, como os Estados Unidos, mostram que há uma grande variação de frequência relacionada à geografia. Pacientes com o sistema imunitário comprometido apresentam maior risco de sofrer infecção secundária sintomática (manifestação de sintomas da doença). Este texto é disponibilizado nos termos da licença. A primeira vez que um antimicrobiano foi utilizado clinicamente foi contra uma amostra de S. aureus, a partir da descoberta da penicilina, que funcionou muito bem até a década de 1960, quando começaram a aparecer isolados resistentes a esse antimicrobiano. Embora a SARM seja vista tradicionalmente como uma infecção associada aos meios hospitalares, existe atualmente, nos Estados Unidos, uma epidemia de SARM adquirida na comunidade. Staphylococcus aureus, 29 (60.4%) foram resistentes à meticilina. A princípio casos esporádicos foram relatados, mas com o subsequente aumento do número de infecções de pele em pacientes da comunidade por esse patógeno houve a caracterização de um surto.22 No Brasil, os primeiros isolados caracterizados como CA-MRSA tinham apresentação clínica de furunculose e artrite séptica.17, Um estudo multicêntrico realizado na Argentina demonstrou uma alta prevalência de Staphylococus aureus resistente à meticilina isolado de infecções em crianças provenientes da comunidade. Ela vive no nariz e na pele de seres humanos, é transmitida por entrar em contato com uma pessoa infectada ou por exposição a um objeto ou superfície que uma pessoa infectada encostou. 2006; 355:666-74         [ Links ], 12. No Brasil, os primeiros isolados caracterizados como CA-MRSA eram similares ao clone OSPC e eram provenientes de uma única cidade no sul do país (Porto Alegre).17 Posteriormente, um estudo demonstrou a presença desse mesmo clone em isolados na região Sudeste (Rio de Janeiro).29 Essas duas áreas geográficas estão separadas por mais ou menos 1.500 quilômetros de distância, demonstrando assim a disseminação do clone OSPC em diferentes regiões do país. :/Fax: 51 3303 9000 E-mail: lucianegelatti@hotmail.com. O USA300 tem sido relatado em muitas regiões dos Estados Unidos, principalmente em jogadores de futebol americano e presidiários.26 Um estudo de Huang e cols. Naimi TS, LeDell KH, Como-Sabetti K, Borchardt SM, Boxrud DJ, Etienne J, et al. O mecanismo de resistência à meticilina está relacionado ao desenvolvimento de uma PBP adicional, a PBP2a, que é plenamente funcional, mas não tem afinidade por antimicrobianos beta-lactâmicos. As infecções SARM são normalmente assintomáticas em indivíduos saudáveis e em que podem durar desde algumas semanas a muitos anos. Se trata de un patógeno virulento, capaz por sí solo de aumentar la incidencia global de infección estafilocócica 1.Además, las infecciones invasoras por SARM se asocian con mayor mortalidad y coste económico que las causadas por S. aureus sensible 2,3. Outbreaks of community-associated methicillin-resistant Staphylococcus aureus skin infections – Los Angeles County, California, 2002-3. Staphylococcus aureus resistente a meticilina (SARM) es uno de los patógenos nosocomiales de mayor importancia. [ Links ], 19. 2006;17:287-305         [ Links ], 7. Community-acquired methicillin-resistant Staphylococcus aureus: a meta-analysis of prevalence and risk factors. As infecções causadas por MRSA deixaram de ser problemas exclusivos associados ao ambiente hospitalar e estão tornando-se um problema emergente na comunidade. J Clin Microbiol. O Staphylococcus aureus resistente à meticilina, geralmente referido pelas siglas SARM ou MRSA (do inglês Methicillin-resistant Staphylococcus aureus) ou ORSA (do inglês Oxacillin-resistant Staphylococcus aureus), e também denominado, em inglês, Multiple-resistant Staphylococcus aureus, é uma bactéria que se tornou resistente a vários antibióticos - primeiramente à penicilina, em 1947, e, logo depois, à meticilina. O estudo demonstrou também a presença de outras linhagens SCCmec IV classicamente comunitárias, o USA300 e o USA400 recuperados de infecções de pele e pneumonia. [ Links ], 26. Program and abstracts of the 45th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy; December 16-19, 2005; Washington, DC. Paganini H, Della Latta MP, Opet BM, Ezcurra G, Uranga M, Aguirre C, et al. Huang H, Flynn NM, King JH, Monchaud C, Morita M, Cohen SH. Todas essas hipóteses estão, ainda, sob estudos.6. Esses achados sugerem a necessidade de reconsiderar as escolhas de tratamentos empíricos para infecções em pele e tecidos moles em áreas onde MRSA é prevalente na comunidade.11 Em um hospital-escola da Califórnia – EUA, um estudo demonstrou a presença de 87% de MRSA entre os S. aureus isolados de pacientes apresentando infecções dermatológicas atendidos no setor de emergência. * Estudo realizado no programa de pós-graduação, Departamento de Microbiologia e Parasitologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) – Porto Alegre (RS), e no Serviço de Dermatologia da UFCSPA – Porto Alegre (RS), Brasil. Emerg Infect Dis. [ Links ], 27. Linezolida, quinupristina, daptomicina, tigeciclina são as adições terapêuticas mais actuais, geralmente reservadas para as infecções mais graves, as quais os glicopéptidicos não conseguem responder. Necrotizing fasciitis caused by community-associated methicillin-resistant Staphylococcus aureus in Los Angeles. c Servicio de Microbiología. A codificação dessas novas PBPs, tornando esses patógenos resistentes à oxacilina, está relacionada à aquisição do gene mecA, o qual faz parte de um elemento genético móvel detectado em isolados de MRSA. Teicoplanina é um estructural congênere à vancomicina que tem uma actividade de espectro similar, mas com uma maior duração média (t½). 1. demonstrou que, dos CA-MRSA isolados em infecções de pele e tecidos moles na Califórnia, 87% eram clones USA300.27 Recentemente, reportou-se que aproximadamente 50% dos MRSA coletados de infecções de pele e tecidos moles nos Estados Unidos pertencem ao clone USA30011 e menos frequentemente ao USA400.28. Udo EE, Pearman JW, Grubb WB. Lina G, Piemont Y, Godail-Gamot F, Bes M, Peter MO, Gauduchon V, et al. Essa investigação demonstrou que 62% dos isolados eram oriundos de infecções de pele e partes moles. Medizinisch Orthopädische Technik, Berlin 2011-1, Grünther Ralf-Achim: Multiresistenzen und Immunsystem. Orthopaedic dynamic, Berlin 2015, «A New MRSA Defense: Marijuana extracts kill antibiotic-resistant MRSA without a high.», Departamento de Medicina da Universidade de Taubaté, «Platensimycin (Platensimicina): o membro fundador de uma nova classe de antibióticos», https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Staphylococcus_aureus_resistente_à_meticilina&oldid=59093822, Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons. Ambas as drogas tem uma absorção oral lenta, por isso são administradas endovenosamente para infecções no organismo (sistema), com a excepção da Colite pseudomembranosa onde a vancomicina pode ser administrada oralmente. Vancomicina e teicoplanina são antibióticos glicopéptidico(s) usado no tratamento de infecções do SARM. Dentre as 447 amostras analisadas nos anos de 2006 e 2007, 281 se encaixavam nos critérios definidos para CA-MRSA. Kazakova SV, Hageman JC, Matava M, Srinivasan A, Phelan L, Garfinkel B, et al. Bailey & Scott's Diagnostic Microbiology. Bustos-Martínez JA, Hamdan-Partida A, Gutiérrez- -Cárdenas M. Staphylococcus aureus: la reemergencia de un patógeno en la comunidad. 2005;124(3):102-3 103 Meningitis por SASM Meningitis por SARM (n = 12) (n = 13) Sexo (V/M) 5/7 6/7 Edad (años), media (DE) 53 (9) 53 (15) Enfermedades subyacentes Hemorragia 50% 53% Neoplasia … 2002;359:753-9         [ Links ], 15. 2008;106:397-403. Estudio multicéntrico sobre las infecciones pediátricas por Staphylococcus aureus meticilino-resistente provenientes de la comunidad en la Argentina. Archivos por enfermedad - Staphylococcus Aureus Meticilino-Resistente Staphylococcus Aureus Meticilino-Resistente (Click to expand/collapse) 27 de junio de 2013 - Staphylococcus aureus resistente a vancomicina. Muitas das novas estirpes do SARM que foram encontradas mostraram resistência ao antibióticos mesmo à vancomicina e teicoplanina. 2005;352:1445-53         [ Links ], 14. Essas cepas foram denominadas de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) e são resistentes a todos os antimicrobianos beta-lactâmicos. Clin Infect Dis. ASPECTOS CLÍNICOS DA INFECÇÃO POR CA-MRSA, O primeiro relato de uma forma de CA-MRSA ocorreu em 1993 na Austrália, detectado em populações indígenas locais,19 e em 2002 ganhou atenção nos Estados Unidos após surtos de infecções cutâneas em atletas de Los Angeles.20 Em 2003, no Missouri – EUA, um estudo realizado entre jogadores profissionais de futebol americano demonstrou a presença de MRSA em lesões de pele em cinco de 58 jogadores do time.21, Na América do Sul infecções causadas por MRSA em pacientes não hospitalizados foram observadas inicialmente em 2001, no Uruguai. Salgado CD, Farr BM, Calfee DP. Entretanto, logo após o advento da meticilina, surgiram relatos de amostras resistentes também a esse antimicrobiano, além da expressão de multirresistência. A clindamicina é um antimicrobiano frequentemente utilizado como estratégia terapêutica no tratamento de infecções estafilocócicas em pele e tecidos por apresentar uma boa penetração e potencial antitoxina. No caso de S. aureus, recentemente, depois de analisar uma grande variedade de cepas que circulam em diferentes regiões do mundo e em diferentes períodos, encontrou-se que as cepas MRSA têm uma estrutura clonal conservada e que contam com um número reduzido de clones com capacidade de disseminação global.6, Os primeiros isolados de CA-MRSA foram detectados no oeste da Austrália, no final de 1980, causando infecção na população indígena local; então, foram chamados de WA-MRSA (Western Australian MRSA).19 Depois disso, duas outras linhagens de CA-MRSA emergiram na Austrália e na Nova Zelândia: o clone "Queensland" e o clone "Oceania Southwest Pacific" (SWP), também denominado de OSPC ("Oceania South Pacific clone").24,25 Os clones USA foram descritos pela primeira vez nos Estados Unidos da América; o clone USA400 foi relatado no centro-oeste dos Estados Unidos em unidades neonatais e infecções puerperais. É possível que os pacientes colonizados ou infectados por MRSA SCCmec IV permaneçam sem as medidas adotadas para controle da disseminação de MRSA, havendo a possibilidade de disseminação intrahospitalar dessa cepa. Assim, de forma geral, o CA-MRSA é susceptível à maioria dos antimicrobianos não beta-lactâmicos.9 Essa característica genotípica é expressa na grande maioria em um antibiograma que apresenta resistência apenas ao disco de oxacilina ou cefoxitina, marcadores da resistência aos beta-lactâmicos (Figura 1). Rev Bras Med. Ribeiro A, Dias C, Silva-Carvalho MC, Berquo L, Ferreira FA, Santos RN, et al. Além de representar um dos principais patógenos associados a infecções hospitalares, o S. aureus é também um dos principais agentes isolados de pacientes com infecções de pele e subcutâneo adquiridas na comunidade, incluindo foliculites, impetigos, celulites e erisipelas.8 Diferentemente do HA-MRSA, que carrega o elemento genético móvel denominado cassete cromossômico estafilocócico mec (SCCmec) dos tipos I, II e III, o CA-MRSA carrega preferencialmente o SCCmec do tipo IV e eventualmente o do tipo V. Esse tipo de cassete cromossômico é menor que os outros tipos e não possui genes acoplados que codificam resistência a outros antimicrobianos não beta-lactâmicos. Investigadores do Reino Unido identificaram uma forma eficaz de tratar o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM) ao utilizarem conjuntamente com os antibióticos modernos a penicilina, revela um estudo publicado no “Journal of Infectious Diseases”. Moran GJ, Krishnadasan A, Gorwitz RJ, Fosheim GE, Mcdougal LK, Carey RB, et al. Clin Microbiol Rev. Rajendran PM, Young D, Maurer T, Chambers H, Perdreau-Remington F, Ro P, et al. 2007;59:339-45. Suporte financeiro: Nenhum. J Hosp Infect. 1985;42:179-89         [ Links ], 4. J Bras Med. First report of infection with community-acquired methicillin-resistant Staphylococcus aureus in South America. Infecciones por Staphylococcus aureus - Aprenda acerca de las causas, los ... Si los resultados de las pruebas posteriores indican que la cepa es sensible a la meticilina y la persona no es alérgica a la penicilina, ... La infección por Staphylococcus aureus resistente a meticilina (SARM) puede adquirirse fuera de un centro sanitario. Abstract 1324         [ Links ], 16. Como diagnosticar e tratar infecções estafilocócicas . Em 8 de maio de 2006, uma equipa de investigadores da Merck Pharmaceuticals, segundo a revista Nature, publicou ter sido descoberto, por eles, um novo tipo de antibiótico, chamado de platensimicina, e demonstraram que este podia ser usado para combater eficazmente o SARM. A. Herrero a , V. Baños a y M. Valdés d a Servicio de Medicina Interna-Infecciosas. Methicillin-resistant S. aureus infections among patients in the emergency department. Conflito de interesse: Nenhum. Fue usado anteriormente para el tratamiento de infecciones causadas por bacterias gram positivas productoras de betalactamasa como el Staphylococcus aureus, pero actualmente no es usado clínicamente. Outra possibilidade é a de que as cepas comunitárias surgiram como uma consequência de uma transferência vertical dos genes da resistência à meticilina. Num relatório de Wyllie et al., este refere uma taxa de mortalidade entre os pacientes infectados com SARM, num intervalo de 30 dias, de 34%, enquanto que nos pacientes com MRSA a taxa de mortalidade era similar a 27%. Em 1960, a meticilina foi lançada no mercado como alternativa terapêutica para cepas produtoras de penicilinase, uma vez que essa droga não sofre ação dessa enzima. Embora os relatórios de Noskin e outros afirmem que os pacientes infectados com SARM têm cinco vezes mais probabilidades de morrer do que outros pacientes[1], ainda não é claro que os pacientes que estejam infectados com SARM tenham uma maior taxa de mortalidade. A apresentação típica seria de um jovem atleta com abscesso e celulite adjacente e que provavelmente teria fatores contribuintes como contato físico, dano cutâneo e compartilhamento de equipamento contaminado. Há algumas controvérsias na escolha do tratamento e até mesmo do antimicrobiano para o manejo das infecções de pele causadas por S. aureus. 1955;71:2-6         [ Links ], 2. Outra importante característica genética associada com as cepas de CA-MRSA são os genes da citotoxina Panton-Valentine leucocidina (PVL). Involvement of Panton-Valentine leukocidin-producing Staphylococcus aureus in primary skin infections and pneumonia. Esta página foi editada pela última vez às 14h34min de 19 de agosto de 2020. Miller LG, Perdreau-Remington F, Rieg G, Mehdi S, Perlroth J, Bayer AS, et al. 2006;5:29. Os traumas que comprometem a integridade da barreira cutânea constituem-se na principal causa de mudança de comportamento desse microrganismo para agente etiológico mais comum de infecções cutâneas.1,2,3 É responsável por uma grande variedade de infecções, como infecções na pele e no subcutâneo, infecções pós-cirúrgicas, osteomielites, pneumonias, abscessos, endocardites e bacteremia.4 É umas das causas mais comuns de infecções nosocomiais, bem como de infecções comunitárias que podem apresentar altos índices de morbidade e mortalidade. Altemeier WA, Culbertson WR, Veto M. Prophylactic antibiotic therapy. AMA Arch Surg. 18. 2005; 352:468-475         [ Links ], 22. 1994;67:160-92         [ Links ], 3. Key words: Staphylococcus aureus, oxacillin; drug resistance, microbial. Porém, já em 1961, relatos de cepas também resistentes à meticilina passaram a ser descritos e foram identificados os denominados Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA). 76 • Número 2 • Junio de 2011 Staphylococcus aureus sensible a la meticilina frente a Staphylococcus aureus… 113 Methods:Twenty-eight rabbits were used, divided into fourgroupsofsevenrabbitseach;ingroupsIandII0.3cc of methicillin-sensitive Staphylococcus aureus … A PVL é codificada pelos genes lukF e lukS, e sua presença em isolados de S. aureus está associada à necrose tecidual e destruição de leucócitos, por meio da formação de poros na membrana celular.10 A presença dessa exotoxina pode ser verificada com a pesquisa de genes específicos por reação em cadeia da polimerase (PCR) (Figura 2). Palavras-chave: Infecções bacterianas; Meticilina; Staphylococcus aureus. Methicillin resistance in Staphylococci: molecular and biochemical basis and clinical implications. Staphylococcus aureus é uma bactéria responsável por uma ampla variedade de enfermidades infecciosas. Diagn Microbiol Infect Dis. As abreviações CA-MRSA (SARM associado à comunidade) e HA-MRSA (SARM associado ao hospital) são usadas para distinguir as duas situações. Brote de Staphylococcus aureus meticilino-resistente, Uruguay - Vol. O Staphylococcus aureus (estafilococo dourado) é considerado como uma superbactéria (ou supergerme). Em um estudo comparativo entre CA-MRSA e HA-MRSA, mostrouse que infecções de pele e tecido subcutâneo eram muito mais prevalentes em pacientes com isolados de CA-MRSA (75%) do que de HA-MRSA (37%).9. A terapia antimicrobiana para infecções por esse microrganismo inicialmente era simples. El aumento de infecciones por Staphylococcus aureus resistente a meticilina (SARM) constituye un problema de salud pública y se asocia con mayor morbilidad, mortalidad, días de hospitalización y costo 1.En Estados Unidos de América, Japón y algunas regiones de Europa y de Latinoamérica hasta un 40% de los aislamientos por S. aureus son resistentes a meticilina 2. No entanto, a grande preocupação desse tipo de terapia empírica está na expressão da resistência induzível à clindamicina, que pode apresentar no antibiograma resistência à eritromicina e falsa sensibilidade à clindamicina. Las infecciones provocadas por Staphylococcus aureus resistente a la meticilina ocurren con mayor frecuencia en entornos de cuidado de la salud, pero pueden ocurrir en cualquier lugar. 2002;35:819-24         [ Links ], 11. Esse fenótipo de resistência pode ser identificado pelo laboratório de microbiologia utilizando o teste de susceptibilidade com os discos de eritromicina e clindamicina, o D-teste (disk test).15, A emergência de isolados de CA-MRSA é considerada preocupante, visto que o tratamento empírico de uma variedade de infecções comunitárias de pele e tecidos moles e até mesmo pneumonias é realizado com antimicrobianos beta-lactâmicos. 2006;44:2481-4         [ Links ], 17. ESTUDIO COMPARATIVO DE LA MENINGITIS POSQUIRÚRGICA POR STAPHYLOCOCCUS AUREUS SENSIBLE Y RESISTENTE A METICILINA 37 Med Clin (Barc). As colónias mais comuns da S. aureus são no sistema respiratório, feridas abertas, cateteres intravenosos e sistema urinário.

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